Os 31 municípios da Macrorregional I de Saúde do Pará – entre eles Abaetetuba, Belém, Breves, Moju, Muaná, Portel e Tailândia – seguem mobilizados na vacinação de crianças e adolescentes. As coberturas vacinais registradas desde janeiro na macrorregião preocupam. Vacinas, como a de poliomielite e a tríplice viral, que é contra o sarampo, estão abaixo da meta estabelecida pelo Ministério da Saúde.
As coberturas vacinais registradas desde janeiro na macrorregião preocupam. Vacinas, como a de poliomielite e a tríplice viral, que protege contra o sarampo, estão abaixo da meta estabelecida pelo Ministério da Saúde.
A Leila Martins, de 37 anos, de Belém, é mãe de duas meninas. Na rotina corrida, a dona de casa e moradora do bairro de Nazaré faz questão de manter a caderneta das filhas sempre em dia. E diz que esse hábito vem de família. “Fui vacinada direitinho [na infância]. Nunca deixei de vacinar minhas filhas, porque acredito sim na vacina. Temos várias pesquisas aí que mostram o quanto é importante o ato da vacinação, nas crianças, nos adolescentes.”
O cuidado de Leila com as filhas é um exemplo do que gestores de saúde recomendam. E quem reforça essa orientação é a Coordenadora Estadual de Imunizações, Jaíra Ataíde.
“Continua um convite constante para toda a população paraense, para as famílias paraenses, que levem as suas crianças, os seus adultos, os seus adolescentes, os seus idosos aos locais de vacinação, para que possamos ver se esta vacina está realmente em dia se o calendário vacinal está ok.”
O esforço é para garantir a atualização da caderneta de vacinação de crianças e adolescentes menores de 15 anos. As vacinas fazem parte do Calendário Nacional de Vacinação e estão disponíveis durante todo o ano nas Unidades Básicas de Saúde. As vacinas para as crianças garantem proteção contra doenças como sarampo, poliomielite, tuberculose, difteria, tétano, coqueluche, HPV e Covid-19.
As vacinas para as crianças garantem proteção contra doenças como sarampo, poliomielite, tuberculose, hepatite B, meningites,difteria, tétano, coqueluche, HPV, febre amarela e Covid-19.
Para os adolescentes menores de 15 anos, o foco é atualizar a situação vacinal, completando esquemas em atraso de suas vacinas É importante lembrar que a vacina de HPV está disponível para jovens de 15 a 19 anos até junho de 2026.
O diretor do Departamento do Programa Nacional de Imunizações, Eder Gatti, ressalta que a vacinação é a melhor medida para manter o país livre das doenças já controladas, como poliomielite e sarampo. Faça sua parte!
“Tivemos grande êxito, mas não podemos deixar que essas doenças retornem. Então, é muito importante que a população se vacine. As vacinas do SUS [Sistema Único de Saúde] são muito boas, são seguras e protegem, o que é mais importante. Então, vacinar é uma proteção individual, mas também proteção de toda a comunidade.”
Atenção pais e responsáveis do Pará! Atualizem a caderneta de vacinação de crianças e adolescentes menores de 15 anos. Procurem uma Unidade Básica de Saúde e mantenham a proteção em dia. Saiba mais em gov.br/vacinacao.




















